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Contar a História em formato de quadrinhos é realmente uma arte. E tenho encontrado cada vez mais opções nas livrarias e boas casas do ramo!
A Morte de Stálin (formato 23 x 31 cm, 152 páginas), produzida pelos franceses Fabien Nury (roteiro) e Thierry Robin (arte), reúne em uma única edição os dois volumes originais da história, trazida no Brasil pela editora Três Estrelas.

A Hq mostra quase que em tempo real, o passo-a-passo da morte e funeral de Josef Stálin, em Moscou, noite de 28 de fevereiro de 1953.
O diretor da Rádio do Povo recebe um telefonema inesperado, após a transmissão ao vivo do Concerto para piano nº 23, de Mozart. Do outro lado da linha, está o homem todo-poderoso da União Soviética e um dos líderes mais temidos do planeta, Josef Stálin, que pede uma gravação da peça musical executada ali.
O diretor, em pânico, pede uma nova apresentação de imediato, pois nada foi registrado e seria preciso repetir o concerto. Qualquer vacilo pode colocar em risco a cabeça de todos.
Enquanto escuta a gravação, Stálin sofre um derrame cerebral, que o levara à morte. Logo começam as conspirações para sucedê-lo, encabeçadas por Lavrenti Béria e Nikita Kruschev. Era o começo do fim de uma das mais terríveis experiências políticas do Século 20.

A partir de acontecimentos reais, os autores recriam, em tom de sátira expressionista, o clima de conspiração, paranoia e medo que pesava sobre a União Soviética de Stálin.

A obra venceu o prêmio Château de Cheverny de melhor história em quadrinhos no festival Encontros com a História, em Blois, na França.

A Editora Três Estrelas fez um ótimo trabalho editorial, apresentando uma edição completa, caprichada no visual, com papel e impressão de qualidade. Uma edição histórica, para entrar na “história”.

<p>Dinheiro não traz felicidade… mas compra quadrinhos, que é quase a mesma coisa!</p>

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